Boa Esperança
Não sei de preâmbulos

Desconheço os meandros
Se o caso está, ou não, relacionado com a morte anunciada desse designado Algarve escrito com dois éles
Nem sei a relação do Centro Ciência Viva com a embarcação
Nem sei as condições da dedicada e conhecedora tripulação, o que me foi dado constatar numa tarde de inverno, o mar liso e nem um belisco de vento que enfunasse o velame
Não sei nada de nada que vos informe
Li a notícia e ficou-me a mágoa
E o mais que isso é que a Boa Esperança continue a deslizar na Baía de Lagos
Que vá envelhecendo, sim, mas dos passos que nela passearem crianças e velhos, e os demais que a visitem a recriar História nas suas cordas, e velas, e tábuas, recriação de antepassados que nos honra
Que haja mecenas a olhar pela falta que faz esta barca no trilhar de caminhos de futuro
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